quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Amando

Amor e cerveja sempre geram grandes reflexões.
Duas coisas que sou realmente fraca. E não resisto. Quem resiste?
Vamos ao amor,  essa semana enquanto esperava minha consulta médica , essas salinhas de espera  medonha , essa até que é  simpática tinha pote de balas. Comecei a ler uma revista, e entre uma pagina e outra tinha a entrevista e o Psicólogo falava que não acreditava em relacionamento que se baseia em anulação em umas das partes e sem fluidez.
Outro ponto, eu acredito em contos de fadas só não descobrir quem eu sou neles. Sério!
E vamos ao ponto que é o mais difícil, a parte 2 se tornam 1. As individualidades e os pontos de vistas. Antes na época da minha vó acredito que era mais fácil. Hoje esse ideal de relacionamento e muito difícil. A ideia é linda, simbólica e fofa.
Mas nunca me encaixaria nisso tudo. As vezes preciso de tempo e pensar só em mim. Claro as vezes preciso de cuidados e afetos. No ponto alguém tem que ceder hoje não vejo as pessoas dispostas a isso.
Tenho pensado o quanto  só amor não basta e meu amor não sobrevive a fase do tédio. A crisezinhas. Preciso de paixão. De poemas. E conversas intermináveis. Mais verdade e menos  aparências. Eu preciso saber exatamente qual a minha importância  na sua vida e o outro precisa ter um papel muito importante na minha vida. Está por está fico solteira e sozinha.
Não acredito em dois se tornando um, mas acredito em uma parceria feliz. Com uma trajetória e algumas discussões quanto percurso. Por que ninguém é de ferro.
A cerveja é social, pedida perfeita e democrática. Acolhe a todos e abraça a todos. Cerveja não é pra beber a dois.  É para dois acompanhados de amigos e familiares. Pra que querer se fechar tanto dentro de um se podemos aprender e gargalhar com outros sem contaminar nosso relacionamento. Baseiam-se  na confiança ela existe e te trará paz de espirito.

E nesse calor nada melhor! 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A Juma vive dentre de mim

"Ser "geniosa" nunca foi uma opção! Se fosse, escolheria não ser!
Seria uma menina boba e pacata, daquelas que choram por novela...
Pensa que eu não choro? Choro e muito.. 
Se achei injusto, saiu brigando com meio mundo, não é pessoal. 
Certa vez minha mãe foi chamada na escola e a professora disse:" Ela é defensora dos fracos e oprimidos, vê alguma coisa saí brigando com meio mundo. Nessa época estudei com uma deficiente que a turma pegava pesado com ela. Uma vez me invoquei e o tempo fechou. (Por sorte, sempre fui a maior da turma rs)"
 E eu sempre tive medo, em todas as causas tenho muito medo, mas ele me impulsiona a ser forte a lutar e brigar (não violentamente falando).
Os sentimentos que guardo dentro de mim e não faço nada, esses são os que me destrói.
Pouquíssimas vezes briguei com alguem por causa de mim, sempre foi defendendo alguém que amo, viro uma fera. Ou algo que acredito, que também amo e isso me faz viver.
E os problemas foram aumentando, professores, diretores, chefes rsrs
Frequentemente converso comigo mesma e falo : "Esse meu gênio no caralho" "Esse seu coração na boca." Você e sua sinceridade burra". 
Na verdade briguei muito pra não ser, as opções que tive foram: Lutar muito e esconder a personalidade forte. Ou lutar muito e aceitar. Lutar e ser aceito. A Segunda opção pareceu ser mais digna. Mais justa comigo e com as pessoas. Eu pesso que lutem comigo e me aceitem, o meu gênio é proporcional ao meu coração. 
Esse gênio cerca e guarda um coração sonhador, que acredita nas pessoas com muita verdade e deseja a felicidade de todos. Que acredita no amor e no direito de amar. Esse gênio guarda um sentimentos que todos podemos ser iguais em direitos. Uma Sonhadora nata. 
 Juma, nunca foi meu melhor apelido. Meu pai me chamava assim. 
Sou teimosa, geniosa, inflexível as vezes...Cega , possivelmente. Mas isso também é o melhor mim. Essa fase da minha vida se chama: Me amando "