Amor e cerveja sempre geram grandes reflexões.
Duas coisas que sou realmente fraca. E não resisto. Quem
resiste?
Vamos ao amor, essa
semana enquanto esperava minha consulta médica , essas salinhas de espera medonha , essa até que é simpática tinha pote de balas. Comecei a ler
uma revista, e entre uma pagina e outra tinha a entrevista e o Psicólogo falava
que não acreditava em relacionamento que se baseia em anulação em umas das partes
e sem fluidez.
Outro ponto, eu acredito em contos de fadas só não descobrir
quem eu sou neles. Sério!
E vamos ao ponto que é o mais difícil, a parte 2 se tornam 1.
As individualidades e os pontos de vistas. Antes na época da minha vó acredito
que era mais fácil. Hoje esse ideal de relacionamento e muito difícil. A ideia
é linda, simbólica e fofa.
Mas nunca me encaixaria nisso tudo. As vezes preciso de
tempo e pensar só em mim. Claro as vezes preciso de cuidados e afetos. No ponto
alguém tem que ceder hoje não vejo as pessoas dispostas a isso.
Tenho pensado o quanto só amor não basta e meu amor não sobrevive a
fase do tédio. A crisezinhas. Preciso de paixão. De poemas. E conversas intermináveis.
Mais verdade e menos aparências. Eu
preciso saber exatamente qual a minha importância na sua vida e o outro precisa ter um papel
muito importante na minha vida. Está por está fico solteira e sozinha.
Não acredito em dois se tornando um, mas acredito em uma
parceria feliz. Com uma trajetória e algumas discussões quanto percurso. Por
que ninguém é de ferro.
A cerveja é social, pedida perfeita e democrática. Acolhe a
todos e abraça a todos. Cerveja não é pra beber a dois. É para dois acompanhados de amigos e
familiares. Pra que querer se fechar tanto dentro de um se podemos aprender e
gargalhar com outros sem contaminar nosso relacionamento. Baseiam-se na confiança ela existe e te trará paz de
espirito.
E nesse calor nada melhor!